O Bia não morreu

Eu fui para São Paulo e fui comemorar os 35 anos de Biajoni na Vila Madalena. Foi perfeito, esqueci um pouco o que me preocupa.

Fui o primeiro a chegar, não tinha ninguém. Aos poucos foram todos chegando. Um dos assuntos mais comentados foi “as mortes do Bia”:

Como assim? Se eu tivesse entrado na internet na sexta e lesse alguns blogs, ficaria mais triste ainda, ou quem sabe, de novo com a sensação de “o real foi hackeado”. Todo mundo lamentando um trágico fim para o ídolo, no dia de seu aniversário, em que o Uno 88 a álcool, já batido, foi abalroado por um caminhão que levava a edição do dia do “Diário de Limeira” para Americana – ou frangos, o que dá no mesmo, já que uma das funções de um jornal é embrulhar um frango.

Deve ser por isso que o cara demorou pra chegar. Queria criar um ar de mistério. Mas o Bia estava lá em carne e osso, junto com a namorada e o Uno 88 a álcool. Ele levou um livro da Toni Bentley que acredito que tenha sido inspiração para o “Sexo Anal”. Um dos capítulos chama-se, para se ter uma idéia, “Perfil do comedor de cu”. Parece ser muito bom e até obtive um exemplar para mim no sábado, quando fiz um programa nerd.

O Ina era toda hora chamado pelo nome de outro japonês, que podia ser André Kenji, André Takeda, Toshiro Mifune ou o melhor de todos: namorado da Bibi. Não levou o Theremin para tocar, e também não ficou grudado no blogueiro hype. Enfim, obrigado a todos os amigos paulistas que me deram as alegrias que estava precisando.

Tirei fotos, que estão aqui. Vejam também as fotos do Iraldo.

Boa noite.

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