VOCABULÁRIO INCOMUM – Parte VI

Pensaram que não tinha mais, não é?

VOCABULÁRIO INCOMUM – VI

ACÔNTIO (do grego) – Flecha, seta. Dardo utilizado pelos gregos.
ADUSTÍVEL (do latim) – Combustível, que tem a propriedade de se consumir pela combustão ou queima.
BAGUARI (do tupi) – Lento, vagaroso, corpulento, pesadão.
CACIFO (do árabe) – Caixa, cofre. Gaveta. Pequeno armário aberto em parede. Quarto ou recanto pequeno e escuro.
CATRAFILAR (brasileirismo) – Apanhar, agarrar, prender, encarcerar.
DELUSÃO (do latim) – Burla, engano, logro. Delírio.
ELÍCITO (do latim) – Atraído, aliciado. Extraído.
ENXÁRCIA (do grego pelo italiano ou pelo espanhol) – Cordoame. Conjunto de ovéns e enfrechates (cabos) nos navios a velas.
FRAGMOSE (do grego) – Hábito de certos animais (principalmente sapos, aranhas e formigas) de vedar a entrada de suas tocas ou ninhos com parte especialmente adaptada do próprio corpo.
GARABULHA (do italiano) – Confusão, embrulhada, trapalhada. Intrigante, enredador.
INCOAÇÃO (do latim) – Começo, princípio, início.
LEZÍRIA (do árabe) – Terra plana e alagadiça às margens de um rio. Pântano, lodaçal.
MÂNDRIA (do espanhol para Aurélio; do italiano para Michaelis) – Desídia, indolência, negligência, ociosidade.
OBNÓXIO (cs) (do latim) – Baixo, humilde, servil. Funesto, nefasto, perigoso.
PARCHE (do francês) – Atadura, curativo, emplastro.
RECOCTO (do latim) – Recozido, cozido de novo, muito cozido.
SAGINAR (do latim) – Cevar, engordar.
TERCENA (do árabe) – Armazém, depósito, celeiro, tulha. Estaleiro de conserto de navios.
VENEFICAR (do latim) – Envenenar, intoxicar, veneficiar.
ZÍNGARO (do italiano) – Cigano.

(postado originalmente em 17 de maio de 2004)

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