Marx e o playboy

Hoje é dia do conto, vou contar a história do intelectual alemão Karl Marx, um dos “três porquinhos” da Sociologia, sendo os outros dois Émile Durkheim e Max Weber.

Karl Marx foi um sujeito que nunca trabalhou na vida e era sustentado pelo seu amante Friedrich Engels. Um dia resolveu escrever uma obra de ficção/fantasia.1

O amante de Karl Marx, Friedrich Engels, era um playboy que nunca trabalhou na vida. O pai de Engels era acionista da fábrica de tecidos Manchester. Veja a cara de pau dos marxistas: falam uma coisa e fazem outra. Aquele que quis tanto combater a exploração dos operários era sustentado justamente pela labuta desses pobres indivíduos?!

O pai de Marx o enviou para Bonn, com o objetivo de estudar Direito, mas além de abandonar a Faculdade, passava horas a gastar dinheiro e em intermináveis noitadas. Quando se doutorou em Filosofia na Universidade de Jena com uma tese intitulada “Diferença entre a natureza da filosofia de Demócrito e Epicuro”, era discípulo das idéias de Hegel, mas preferiu abraçar a causa revolucionária dos operários, efervescente na metade do século XIX. Juntamente com seu “amigo” playboy Engels começaram a desenvolver uma tese de que a religião, a propriedade privada e os governos são idéias absurdas e, à medida que o ser humano se fortalece, as necessidades de religião e governo vão diminuir. Primeiramente, desagradou a sua comunidade, pois os judeus, fortemente religiosos e favoráveis ao senso de propriedade, enxergaram nele uma ovelha negra incorrigível… Depois desagradou a seus familiares que passaram a criticá-lo duramente por suas atitudes esvairadas, a ponto de sua mãe comentar sobre o livro “O Capital”, a tal obra de ficção/fantasia: “Meu filho, ao invés de escrever sobre o capital, arrume um capital para sua família”. Entre 1851 e 1857 dois filhos e uma filha2 morreram por falta de recursos e Marx era tido em Londres como um caloteiro e mentiroso perseguido por credores e pelo governo como espião Prussiano. E por fim desagradou aos próprios operários que esperavam ações concretas contra a exploração dos patrões e não palavras acadêmicas emolduradas em livros.

Foi aí que um bando de imbecis resolveu que a obra de Marx não era ficção e deu no que deu.

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  1. Como disse o mestre David Brin, ‘Das Kapital is the greatest what-if SF novel of all time’. []
  2. Marx teve ao todo sete filhos. Se era mesmo viado, disfarçou muito bem. []