O homem não é infiel

Foi provado, cientificamente, que todo homem precisa de duas mulheres, uma em casa, outra fora de casa. Para entender, é muito simples:

– A esposa cuida da casa, dos filhos e de suas roupas. A outra cuida de você.

– A esposa fala dos problemas, das contas a pagar, das dificuldades do dia. A outra fala da saudade que sentiu de você durante esse mesmo dia.

– A esposa compra um perfume caro para ir a uma festa. A outra usa perfume caro só para você.

– A esposa dorme com aquele pijama velho e confortável. A outra coloca uma lingerie sensual para te esperar.

– A esposa reclama das coisas que faltam em casa. A outra ajeita tudo para que nada falte quando você chegar.

– A esposa telefona para que não se esqueça de passar na farmácia, no açougue, no supermercado, na padaria e na escola das crianças. A outra telefona apenas para ouvir sua linda voz.

Bem, você vai me perguntar: Por que não trocar a esposa pela amante? Pelo simples fato de que a amante, se for viver com você, passará para o papel de esposa e logo, logo, você precisará arrumar outra.

Como reconhecer a “outra” ideal?

Não pode ser muito bonita, caso contrário você a terá por pouco tempo, ou não será o único da parada. Mas, deve ser gostosa e macia. Ela não quer casar-se e escolheu você justamente porque é casado.

Se ela for casada também, melhor as chances de dar certo, pois, ela jamais irá telefonar para sua casa ou colocá-lo em situações difíceis quando se encontrarem num supermercado.

Ela irá ligar para seu escritório com aquela voz sensual (que só a outra tem) e se seus colegas atenderem e te passarem a ligação, ficarão morrendo de inveja, porque você apenas atende, fala baixinho e não abre o jogo…

Conselho útil: Tenha sempre as duas em boa conta… afinal, se não fossem os problemas que a esposa oferece, a outra não faria sentido…

Direito de Família

Vejam só o que diz o ilustre jurista Washington de Barros Monteiro, em seu Curso de Direito Civil (Volume 2, Direito de Família, página 117):

“Entretanto, do ponto de vista puramente psicológico, torna-se sem dúvida mais grave o adultério da mulher. Quase sempre, a infidelidade no homem é fruto de capricho passageiro ou de um desejo momentâneo. Seu deslize não afeta de modo algum o amor pela mulher. O adultério desta, ao réves, vem demonstrar que se acham definitivamente rotos os laços afetivos que a prendiam ao marido e irremediavelmente comprometida a estabelecida estabilidade do lar. Para o homem, escreve Somerset Maugham, uma ligação passageira não tem significação sentimental ao passo que para a mulher tem.

Além disso, os filhos adulterinos que a mulher venha a ter, ficarão necessariamente ao cargo do marido, o que agrava IMORALIDADE, enquanto os dos maridos com a amante jamais estarão sob os cuidados da esposa. Por outras palavras, o adultério da mulher transfere para o marido o encargo de alimentar prole alheia, ao passo que não terá essa conseqüência o adultério do marido. Por isso, a sociedade encara de modo mais severo o adultério da primeira.”

CONCLUSÃO: O homem não é infiel, ele apenas tem “diversões passageiras”.

(postado originalmente em 05 de maio de 2003)

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