Imagine a vida como um jogo

Imagine a vida como um jogo, no qual você faz malabarismo com cinco bolas que são lançadas no ar… Essas bolas são: o trabalho, a família, a saúde, os amigos e o espírito.

O trabalho é a única bola de borracha.
Se cair, bate no chão e pula para cima.
Mas as quatro outras — família, saúde, amigos e espírito — são de vidro.
Se caírem no chão, quebrarão, arranharão ou ficarão permanentemente danificadas. Elas nunca mais serão as mesmas.

Entendam isso e assim conseguirão o equilíbrio na vida. Como?

Não diminua seu próprio valor comparando-se com outras pessoas. Somos todos diferentes. Cada um de nós é um ser especial.

Não fixe seus objetivos com base no que os outros acham importante. Só você tem condições de escolher o que é melhor para si próprio.

Dê valor e respeite as coisas mais queridas de seu coração. Apegue-se a ela como a própria vida. Sem elas a vida carece de sentido.

Não deixe que a vida escorra entre os dedos por viver no passado ou no futuro. Se viver um dia de cada vez, viverá todos os dias de sua vida.

Não desista enquanto ainda é capaz de um esforço a mais. Nada termina até o momento em que se deixa de tentar.

Não tema admitir que não é perfeito.

Não tema enfrentar riscos. É correndo riscos que aprendemos a ser valentes.

Não exclua o amor de sua vida dizendo que não se pode encontrá-lo. A melhor forma de receber amor é dá-lo. A forma mais rápida de ficar sem amor é apegar-se demasiado a si próprio. A melhor forma de manter o amor é dar-lhe asas. Corra atrás de seu amor, ainda dá tempo!

Não corra tanto pela vida a ponto de esquecer onde esteve e para onde vai.

Não tenha medo de aprender. O conhecimento é leve. É um tesouro que se carrega facilmente.

Não use imprudentemente o tempo ou as palavras. Não se pode recuperar uma palavra dita.

A vida não é uma corrida, mas sim uma viagem que deve ser desfrutada a cada passo.

Lembre-se: Ontem é história. Amanhã é mistério e HOJE é uma dádiva. Por isso se chama “presente”.

Viva o presente com muita energia!

Trechos da palestra de Brian Dyson, ex-presidente da Coca-Cola, durante a cerimônia de abertura do semestre da universidade Georgia Tech, em 6 de setembro de 1996.

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