Plágio conceitual

Vi ontem um comercial do Kuat (guaraná da The Coca-Cola Company). O Guga dizia que o seu sonho era ser jogador de futebol, mas sempre chutava a bola por cima da rede. Até o dia em que ele bateu a bola com a mão e a bola novamente passou por cima da rede. Aí o Guga descobriu que não era bem de futebol que ele gostava.

Lembra bastante o comercial da Pepsi em que o sonho do Ronaldinho Gaúcho era ser juiz. Até o dia em que, para salvar a mãe, chutou longe uma lata de Pepsi. E hoje é o craque que conhecemos.

Isso é ou não é, como dizia o Lobão1, “plágio conceitual”?

(postado originalmente em 10 de agosto de 2003)

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  1. O cantor e compositor, não o ministro. Ele vivia acusando o Herbert Vianna do referido plágio. []