E fui mesmo ao show dos Stones na praia, com a presença de uma grande galera de fora do Rio. Infelizmente não cheguei cedo (no caso, antes de meio-dia) e não pude encontrar a todos. Quem manda morar longe da Zona Sul? Demorei mas encontrei minha galera. Só não entendi que louca deu no Inagaki, que disse que tinha que ir ao hotel e não voltou mais.
Durante o show, fui pro meio do povo, quase perto do palco. Fiquei lá com a Viva, Luna, Gabi e seu namorado Guto. Depois juntaram-se aos bons o Donizetti (que inexplicavelmente foi pro hotel tomar banho e voltou de calça comprida, enfim, vá entender o paulista…) e o mesmo amigo dele que foi ao niver de Biajoni.
Deus, aquele mesmo que descansou no sétimo dia, segundo a Gabi, também estava lá. E também Cheshire e Carol.
Antes dos Stones teve o Afroreggae (que ganhou o apelido Afro-é-GUEI), que não acompanhei direito, e os Titãs. Que cantaram todas aquelas músicas conhecidas, mas não adianta, “Marvin” não funciona sem o Nando Reis. E depois de uma longa demora proporcionada pela nefasta TV Globo, que transmitiria o show ao vivo, os velhinhos britânicos entraram com “Jumpin’ Jack Flash”. Mick Jagger, o Beiçola inglês, fez a sua famosa dancinha, saracoteando como uma serpente.
Tumulto? Teve sim, mas muito pouco. Andaram distribuindo um melzinho colorido que deixou muito moleque doidão. Saímos no meio de Satisfaction para o inferno, já que foram mais 2 milhões de pessoas tentando fazer o mesmo, ao mesmo tempo.
- Ao contrário da Luninha, que encontrava toneladas de amigos por onde passava, de conhecido só vi o André Machado.
- Nem o Gustavo Motel, meu colega de trabalho, eu vi por lá. O canaaaalhaaaa (piada interna) virou VIP, o que não impediu o furto de seu celular.
- A madrugada terminou na Mansão Nóvoa, um lugar agradabilíssimo (como as anfitriãs), com vista para o Cristo e onde o nosso barulho não incomodou os vizinhos. Tinha cachorro quente e cachorro frio. E eis que de repente, surge na porta… Patrícia Köhler! Ela tinha dormido lá. Adorei revê-la, mesmo por tão pouco tempo. Enfim, adorei rever todos.
- Sim, Bono fala português melhor do que Mick.














4 Comentários
“Saímos no meio de Satisfaction para o inferno” – disse tu-do. Mas o antes foi ótimo, né?
Pena não termos conversados mais! Aquilo foi um encontro magnífico que tem que ser repetido…
Cara, quanto às fotos, que queimação de filme, hein???
Abração!!!!
Puts, sobrou um “S” na palavra “conversado”…
maldita breja!!!!
Meu amigo… Sou macaco velho em shows. NUNCA vá a um show assim de pernas de fora. Mesmo com a calça eu tive cortes nas minhas, em meio ao tumulto.