King Kong is a Ding Dong

Você vê o filme e eis que aparece, na tela… ORSON WELLES! O ídolo de Peter Jackson inspirou um dos personagens principais, um cineasta doido que embarca em uma aventura em direção à misteriosa Ilha da Caveira, onde se encontra toda a sorte de criaturas estranhas. Uma delas é Kong, um gorila gigante que se relaciona com a atriz do filme. Enfim, essa é uma história que está sendo contada de um novo jeito. E do melhor jeito.
O novo filme recria com perfeição a New York do início dos anos 30. Há citações às versões de 1933 e 1976 – esta última, com a Jessica Lange e Kong escalando as torres que não existem mais, é mesmo muito ruim. As tomadas da Ilha da Caveira são bem “Senhor dos Anéis”. E a bizarra correria de humanos e dinossauros é sensacional.

O Kong de Peter Jackson é tão humano quanto gorila. Hoje se conhece o suficiente sobre gorilas para construir esse personagem fascinante com realismo.
O nerdão Jackson, fã de Tolkien e Orson Welles, é o novo Spielberg? Só o tempo dirá. Enquanto isso, recomendo o filme.

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